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Shirataki ou Itokonnyaku – O Miojo Milagroso de 10 Calorias



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Ele é um dos alimentos que VERDADEIRAMENTE operam milagres.  É realmente uma lástima não ser  tão difundido a ponto de ser encontrado em qualquer mercado e “bodega”. A badalada chef Nigela Lawson perdeu polêmicos quilos e colocou o mérito em um macarrão que ela recém havia descoberto (sim, não somos só nós que estamos descobrindo recentemente essa novidade incrível dos orientais).

O Shirataki também é conhecido como  konnyaku, konjac ou Itkonnyaku, dependendo do país;  nos Estados Unidos atende pela sugestiva alcunha de  “Miracle Noodle” (miojo milagroso), enquanto no Japão o chamam de “Vassoura do Estômago”. É composto por apenas 3% de fibras sendo os outros 97% água. A substância presente que confere a viscosidade ao macarrão é a glucomanan; uma excelente inibidora de apetite que causa saciedade ao dobrar de tamanho dentro do organismo absorvendo água. Parafraseando uma reportagem que li esses tempos é uma espécie de “melancia das massas”.

O Shirataki é indicado para os que desejam emagrecer,  controlar o colesterol, glicose, triglicérides e pressão. O mecanismo de funcionamento é simples; este macarrãozinho oriental tem uma capacidade absurda de absorver água, quando ingerido e atinge a região do estômago, o Shirataki infla e causa uma sensação de saciedade que gula nenhuma é capaz de sobrepor. O estômago possui uma capacidade média de 1.5 litros; o miojo milagroso quando consumido moderadamente em uma refeição preenche cerca de 300 ml deste espaço. É algo similar a uma redução de estômago natural e sem contra indicações.

O ideal é acrescentá-lo em todas as refeições desde o café da manhã, almoço, lanche e jantar, acompanhando-o com outros alimentos, frutas, verduras e carnes. Como sua composição é de muita água e poucas fibras, é um alimento pobre em nutrientes; por isso não invente uma dieta só com o Shirataki para perder vários quilos em poucos dias. Desnecessário. Acrescente-o a uma boa e saudável dieta e verá os resultados rapidamente.

No Brasil é vendido no bairro japonês Liberdade; em São Paulo; e em alguns mercados espalhados pelo Brasil. Eu, pessoalmente, já o vi esses tempos em Curitiba e em Caraguatatuba (cidade onde moro).  Vale a pena dar uma procurada nos mercados e feiras de sua região que não será assim tão difícil de achá-lo; o Shirataki é mais desconhecido do que inacessível. Em último caso, não o encontrando, procure nos sites na internet, incluindo o Amazon que também o vende.

 


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