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Não se engane: refrigerantes Diet e Light também impedem o emagrecimento

Não se engane refrigerantes Diet e Light também impedem o emagrecimento

Não se engane refrigerantes Diet e Light também impedem o emagrecimento

Além de gases tóxicos e aditivos químicos cancerígenos, os refrigerantes contêm muita frutose, o açúcar de frutas que também é bastante calórico e prejudicial à Dieta. Especialistas em nutrição e saúde afirmam que uma lata de refrigerante (mesmo Diet ou Light) possui, em média, dez colheres (de chá) de açúcar oculto na forma de xarope de milho, um dos açúcares mais ricos em frutose, o que faz aumentar o índice calórico dessas bebidas produzidas artificialmente.Além disso, a frutose tem sido identificada como um dos fatores principais no aumento de obesidade e outros problemas de saúde, já que as pessoas, erroneamente, abusam nos sucos de frutas industrializados ao invés de consumir sucos naturais ou a própria fruta. O consumo da fruta é bem melhor porque todos os nutrientes, inclusive as fibras, são aproveitados pelo organismo. Deve-se evitar refrigerantes e bebidas industrializadas porque estes contêm grande quantidade de xarope de milho, rico em frutose. E, como a Legislação sempre facilita para as grandes indústrias, esses valores nem sempre aparecem no rótulo ou, quando aparecem, são escritos de modo sutil e bem disfarçado. Até alguns alimentos industrializados, mesmo salgados ou diets, possuem xarope de milho e conservantes com frutose. A dose máxima de frutose é de apenas 15 gramas por dia. Quando ela é consumida até esse limite, não representa nenhum tipo de problema. Porém, como hoje o seu consumo chega a dez vezes essa quantidade, ela se tornou a maior causa da Obesidade e está relacionada com quase todas as doenças degenerativas crônicas dos rins e do fígado, segundo dados da *Organização Mundial de Saúde – OMS.

Portanto, quem quer emagrecer com saúde deve optar pela alimentação mais natural possível e não consumir alimentos processados, refrigerantes nem outras bebidas industrializadas.

por Zilma Silva –  Obstetrícia pela Universidade de São Paulo/USP – Pós-graduanda em Genética e Reprodução Humana – USP

*Referências: AM Journal of Clinical Nutrition. May 2010, 72:1128-1134 – USA

 

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