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Disbiose: como identificar os sintomas da doença



psicologia do emagrecimento

Em Artigos anteriores discorremos sobre as características da Disbiose, uma doença  relacionada à irritação do cólon do intestino. Além da influência genética, a doença se agrava conforme os hábitos dietéticos, já que a intolerância alimentar (alergia) é a principal causa da Disbiose.

Estudos comprovaram que o mau funcionamento do intestino resulta em desconfortos como dores abdominais por excesso de gases, o que resulta em flatulência e a distensão abdominal. O somatório desses sintomas, se não tratado adequadamente, pode evoluir para a constipação crônica, um mal que afeta boa parte da população feminina, principalmente.

Associados à condição de mau funcionamento do intestino surgem os transtornos psicológicos exemplificados pela fadiga, alterações de humor e até mesmo pelo risco de desenvolver a depressão.

Para identificar o problema é preciso uma avaliação médica criteriosa, já que os sintomas da Disbiose são comuns em outras doenças. A constipação crônica é um indício grave e que aumenta as chances de Disbiose. Há evidências comprovadas em estudos científicos de que uma pessoa adulta pode reter até dez quilos de fezes. Esse material acumulado no intestino contém bactérias que liberam gases e toxinas que aumentam o volume do intestino agravando ainda mais o quadro clínico.

Mas, quais os principais sintomas da Disbiose? Em geral, a dor abdominal e a sensibilidade à palpação no baixo ventre, a rigidez da pele e o maior volume abdominal são indicativos de diagnóstico.

Estudos apontam que a lavagem intestinal (hidrocolonoterapia) é uma excelente opção de tratamento para a Disbiose. Além disso, mudanças nos hábitos alimentares e a exclusão dos alimentos que provocam a alergia também precisam ser considerados.

Além da alergia a certos alimentos, a causa da Disbiose também está ligada a  fatores como abuso de laxantes, má nutrição, falta de fibras e de vegetais crus na dieta, mau uso ou excesso de antibióticos e de antiinflamatórios. A maioria dos medicamentos, quando usados de forma errada ou sem prescrição médica, descontrolam a função dos rins e do fígado, além de diminuir a defesa do organismo. De um modo geral, os remédios devem ser usados apenas em caso de muita necessidade, pois alguns efeitos colaterais podem ser irreversíveis. Por isso, evite tomar medicamentos sem prescrição ou acompanhamento médico.


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